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Maconha


A maconha (palavra de origem angolana) é uma das drogas extraídas de plantas mais antigas, os registros mais remotos datam de 2723 A.C., quando foi mencionada na Farmacopéia chinesa. Outras informações históricas evidenciam a existência da maconha em uma cerâmica com marcas da fibra do vegetal encontrada há mais ou menos 4.000 a.C. no norte da China central.

Difundiu-se gradualmente para a Índia, Oriente médio, chegando a Europa somente nos fins do século XVIII e início do XIX, passando pelo norte da África e atingindo as Américas.

Até então, era utilizada principalmente por suas propriedades têxteis e medicinais. Os romanos valorizam a planta principalmente por causa das resistentes cordas e velas para navio produzidas com sua fibra.

   


Em 1735, o botânico Carl Lineu nomeou a Maconha como Cannabis sativa. As flores e folhas de Cannabis  produzem mais de 60 substâncias chamadas de Canabinóides, entre as quais o tetrahidrocanabinol (THC), que é a principal substância responsável pelos efeitos  no sistema nervoso.

   


Principais efeitos no organismo
  • período inicial de euforia (sensação de bem-estar e felicidade, seguido de relaxamento e sonolência).
  • quando em grupo, ocorrem risos espontâneos (risos e gritos imoderados como reação a um estímulo verbal qualquer).
  • perda da definição de tempo e espaço: o tempo passa mais lentamente ou rapidamente, e as distâncias são calculadas muito maiores do que realmente são (um túnel de 10 metros de comprimento, por exemplo: pode parecer ter 50 ou 100 metros).
  • coordenação motora diminuída: perda do equilíbrio e estabilidade postular.
  • alteração da memória recente.
  • falha nas funções intelectuais e cognitivas.
  • maior fluxo de idéias
  • pensamento mais rápido que a capacidade de falar,
    dificultando a comunicação oral, a concentração, o aprendizado e o desenvolvimento intelectual.
  • idéias confusas.
  • aumento da freqüência cardíaca (taquicardia).
  • hiperemia das conjuntivas (olhos vermelhos).
  • aumento do apetite (especialmente por doces) com secura na boca e garganta
Uso  de doses mais elevadas
  • alucinações, ilusões e paranóias.
  • pensamentos confusos e desorganizados.
  • despersonalização.
  • ansiedade e angústia que podem levar ao pânico.
  • sensação de extremidades pesadas.
  • medo da morte.
  • incapacidade para o ato sexual (até impotência).

Uso Frequente
  • Redução da atenção e da motivação, prejuizo da memória e da habilidade de resolver problemas, diminuição da capacidade de aprender. O usuário pode se sentir sem vontade para fazer qualquer coisa
  • Ansiedade, paranóia (sensação de perseguição), pânico, depressão
Efeitos a longo prazo
  • maior risco de desenvolver câncer de pulmão.
  • diminuição das defesas, facilitando infecções.
  • dor de garganta e tosse crônica.
  • aumenta os riscos de isquemia cardíaca.
  • percepção do batimento cardíaco.

   

Há evidências recentes comprovam que o uso de maconha aumenta o risco de desenvolver esquizofrenia,  e quanto mais cedo se iniciar o uso, maiores as chances de desenvolverem essa doença, principalmente quando houver alguma pré disposição no indivíduo.

É impossível dizer que a maconha não faz mal. Hoje muitos fazem apologia ao uso e a sua liberação. Considerando os grandes malefícios que o uso acarreta, jamais poderemos considerá-la como inofensiva. Além do grande mal que ela faz, ela  costuma ser a porta de entrada para outras drogas e seu uso pode causar dependência como tantas outras drogas.

Quem está vendo de fora pouco sabe sobre ela. Quem já viveu uma experiência com essa droga tem outra visão. Por melhor que seja o prazer causado pela inalação de um cigarro feito de maconha ele com certeza não trará bons resultados no futuro.



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